Todo mundo é inteligente, inclusive você!
Professor Luiz Machado, Ph.D. - 10/08/2010
A inteligência é uma função do organismo para a autopreservação e preservação da espécie. Costuma-se dizer que a Natureza é mãe, e não madrasta, embora muitas madrastas sejam até melhores que mães biológicas. Mas, o que se pretende dizer com isso? Quer-se dizer que ELA, a mãe-Natureza, não ia dotar alguns seres de inteligência e outros não. Mesmo porque a maior preocupação d’Ela é preservar as espécies. Por isso, todos nascem com o potencial de ser inteligente, agora, se vão desenvolver ou não é outra coisa, mesmo porque, para desenvolver a inteligência é preciso vontade, determinação e disciplina. A inteligência não cai do céu, não é uma dádiva divina. É obra humana, e bem humana!
Voltemos ao ponto: todos nascem com o potencial de serem inteligentes. Mesmo os que sofrem de alguma patologia têm inteligência a desenvolver, pois todos nascem com a inteligência que chamamos de “nativa”, “natural” e, é a partir desta que a inteligência racional vai desenvolver-se, ou não. Neste ponto deste artigo, já podemos concluir que temos dois grandes tipos de inteligência: a “nativa” e a “racional”. “Racional”, por quê? Porque é a capacidade de comparar coisas e tirar consequencias, algo que somente o animal ser humano é capaz de fazer.
Ao longo do processo da evolução, o ser humano ficou tão deslumbrado com sua capacidade de pensar racionalmente que foi se esquecendo da inteligência natural, na verdade, a GRANDE INTELIGÊNCIA, pois, a outra, por mais que pareça a mais importante e, a nosso ver, a “pequena inteligência”. Mas é essa “pequena inteligência”, a do intelecto, que ficou sendo alardeada como a que colocava o ser humano no topo da escala animal, chegando-se ao ponto de confundir-se as funções do intelecto como sendo a própria inteligência. Aquilo que é meramente o “quociente intelectual” passou a ser considerado “quociente de inteligência”, dando origem à sigla Q.I., que ficou sendo, erradamente, sinônima de inteligência.
A inteligência é algo muito mais abrangente que aquilo que os testes de quociente intelectual (Q.I.) possam medir. A nossa grande preocupação deve ser mais com a “grande inteligência”, a do sistema de autopreservação e preservação da espécie (SAPE), que com a inteligência do intelecto, uma vez aquela é a base desta. O que é agradável para nós sabermos é que podemos desenvolver tanto uma como outra. No primeiro caso, temos os procedimentos, atividades, vivências e exercícios próprios da Emotologia para desenvolvê-la, e, no segundo, desenvolvemos pelo treinamento de vários algoritmos, sempre por meio de relações analógicas, que são as semelhanças nas relações.
Professor Luiz Machado, Ph.D.
Cientista Fundador da Cidade do Cérebro®
Mentor da Emotologia
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Mentor da Emotologia
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